UNIVAG

Justiça nega pedido e Carlinhos Bezerra será julgado pelo júri em Cuiabá

O empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, o Carlinhos Bezerra, será julgado pelo Tribunal do Júri em Cuiabá. A decisão foi tomada nesta semana pelas Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que negaram o pedido da defesa para transferência do julgamento. A informação foi confirmada pelo promotor Jaime Romaqueli.

Bezerra é acusado de assassinar a ex-companheira Thays Machado e o namorado dela, Willian Cesar Moreno. O crime ocorreu em 18 de janeiro de 2023, quando as vítimas saíam do prédio onde mora a mãe de Thays, na Capital.

O processo estava parado há cerca de sete meses no TJMT, o que travava o andamento na primeira instância. Desde o recebimento da denúncia pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, a defesa vinha apresentando recursos para adiar o julgamento, incluindo o pedido de desaforamento.

Com a negativa do Judiciário, a juíza Monica Perri, da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, poderá marcar a data do júri que decidirá pela condenação ou absolvição do réu, filho do ex-governador Carlos Bezerra.

Leia Também:  Polícia fecha boca de fumo e prende casal que comercializava drogas na frente de filhos menores

Segundo a investigação, inconformado com o fim do relacionamento, Bezerra teria esperado a ex-companheira sair do prédio, no bairro Consil, e efetuado os disparos. O namorado dela também foi morto no local.

Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Veja também

Um verdadeiro “emaranhado invisível” que se espalha pelos postes de Mato Grosso começou a ser desmontado — e os números impressionam. Mais de 11 toneladas de cabos irregulares e abandonados já foram retiradas desde o início do ano durante a Operação Telefone Sem Fio, que intensificou ações em diversas cidades do estado. Na prática, o que parecia apenas poluição visual escondia riscos reais. Fios soltos, baixos ou instalados de forma clandestina vinham se acumulando sobre ruas e avenidas, aumentando o perigo de acidentes, choques elétricos e até incêndios. Só na região metropolitana de Cuiabá, cerca de 8 toneladas desse material foram removidas em pouco mais de três meses. A operação, realizada em parceria entre a Energisa e prefeituras, tem avançado com fiscalizações mais rígidas e resposta direta a denúncias da população. Em Cuiabá, equipes têm ido às ruas diariamente após receberem registros de moradores que flagraram verdadeiros “ninhos de fios” pendurados nos postes. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a quantidade de irregularidades é significativa e exige uma força-tarefa constante. Empresas que utilizam a estrutura sem autorização ou fora das normas técnicas estão na mira da fiscalização e podem ter seus cabos retirados sem aviso prévio. Leia Também: Várzea Grande amplia horário de atendimento em unidades de saúde devido aumento de viroses a partir desta quarta-feira (18) O problema vai além da desorganização urbana. Muitas dessas redes pertencem a empresas clandestinas, que operam sem contrato e sem qualquer controle técnico, colocando em risco quem circula pelas vias públicas. A ausência de manutenção adequada transforma os fios em uma ameaça silenciosa no dia a dia. A legislação permite o compartilhamento dos postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, mas impõe regras claras — que, na prática, nem sempre são respeitadas. Quando isso acontece, o resultado aparece nos postes sobrecarregados e nas ruas expostas ao perigo. A ofensiva continua. No próximo domingo (19), uma nova etapa da operação será realizada na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá, reunindo diferentes órgãos em mais um mutirão para retirar cabos irregulares. A meta é clara: reduzir riscos e devolver segurança à população, enquanto o alerta segue — fios fora do padrão não são apenas feios, são perigosos.

Foto de Roseli

Roseli

Comentários