Quarta-Feira, 22 de Setembro de 2021

Unimed Cuiabá e as tratativas com os pais de crianças com TEA

Na semana passada a Cooperativa viu-se obrigada a suspender uma reunião que havia agendado com o grupo de pais, porque o evento foi transformado em um palco político.  Contudo, permanece aberta a solucionar o impasse pela via da negociação direta e transparente_
O modelo de atendimento da Unimed Cuiabá para os pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outros transtornos segue critérios rigorosos de diagnóstico, prescrição e avaliação. A Operadora de Saúde sempre ofereceu terapêutica que inclui terapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia buscando o aprimoramento constante da sua estrutura para oferecer segurança e a melhor assistência em saúde aos seus clientes.
Atualmente, são 360 pacientes infantis com atrasos do neurodesenvolvimento. Destes, 230 crianças têm diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou estão em investigação. Estas, em tratamento nas Clínicas Unimed Cuiabá.
Há beneficiários que optaram por não aderir ao tratamento oferecido, que segue normativas e está em conformidade com o rol da Agência Nacional de Saúde (ANS).  Este grupo buscou a Justiça, para garantir tratamentos diferenciados, em clínicas particulares não credenciadas, com assistência integral de terapias de até 40 horas semanais, 8 horas diárias, durante todo o mês, ou terapias não constantes no rol da Agência Nacional de Saúde. Terapias que legalmente a Unimed Cuiabá não oferece. A demanda segue no judiciário e todas as liminares estão sendo atendidas.
Na semana passada, a Unimed Cuiabá havia convidado representantes do grupo de pais para uma reunião. O evento foi transformado em um palco político e a Cooperativa viu-se obrigada a suspender o evento. Contudo, permanece aberta a solucionar o impasse pela via da negociação direta e transparente.
*Rede particular não credenciada aumenta valor da coparticipação*
_Valores são superiores ao praticado pela rede Unimed Cuiabá e pelo próprio mercado_
A Unimed Cuiabá sempre cobrou a coparticipação – legal e contratualmente pactuada entre as partes, nestes tratamentos. O que ocorreu nesses casos específicos depois da decisão judicial, é que o valor cobrado por prestador não credenciado é muito acima do praticado pela rede da operadora e pelo próprio mercado. Isso, consequentemente resultou no aumento da coparticipação que é proporcional ao valor das terapias.
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Roseli

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