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Defesa Civil de Cuiabá atua em apoio ao Bombeiro no combate a incêndio de grandes proporções

A Defesa Civil de Cuiabá, vinculada à Prefeitura Municipal, atuou em apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) durante o combate a um incêndio de grandes proporções que atingiu uma fábrica no bairro Coophamil, na capital.

As chamas mobilizaram diversas equipes de emergência e exigiram rápida resposta das forças de segurança. A Secretaria Adjunta Especial de Defesa Civil Municipal enviou técnicos ao local para prestar apoio logístico e operacional, realizando o isolamento preventivo da área, monitoramento de riscos estruturais e o fornecimento de água de apoio às equipes do Corpo de Bombeiros.

O secretário adjunto especial de Defesa Civil, cel. BM Alessandro Borges Ferreira, destacou a importância da integração entre os órgãos para garantir a segurança da população.

“A atuação coordenada é essencial para preservar vidas e reduzir danos. Nossa missão é estar sempre prontos para apoiar ações que visam proteger a população cuiabana”, afirmou.

Mais de 15 viaturas do Corpo de Bombeiros foram empregadas na operação, que contou com o suporte da Defesa Civil até o total controle do incêndio. Apesar da gravidade do sinistro, não houve registro de vítimas, e os danos ficaram restritos à área da fábrica.

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Defesa Civil, reforça seu compromisso com a proteção da vida e do patrimônio, mantendo plantão 24 horas para atender ocorrências de risco e desastres naturais.
A população pode acionar os serviços pelos telefones 193 (Corpo de Bombeiros) ou (65) 99244-4018 (Defesa Civil Municipal).

#PraCegoVer
A imagem que acompanha a matéria mostra o ambiente do sinistro, controlado pelos Bombeiros com apoio da Defesa Civil Municipal.

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Um verdadeiro “emaranhado invisível” que se espalha pelos postes de Mato Grosso começou a ser desmontado — e os números impressionam. Mais de 11 toneladas de cabos irregulares e abandonados já foram retiradas desde o início do ano durante a Operação Telefone Sem Fio, que intensificou ações em diversas cidades do estado. Na prática, o que parecia apenas poluição visual escondia riscos reais. Fios soltos, baixos ou instalados de forma clandestina vinham se acumulando sobre ruas e avenidas, aumentando o perigo de acidentes, choques elétricos e até incêndios. Só na região metropolitana de Cuiabá, cerca de 8 toneladas desse material foram removidas em pouco mais de três meses. A operação, realizada em parceria entre a Energisa e prefeituras, tem avançado com fiscalizações mais rígidas e resposta direta a denúncias da população. Em Cuiabá, equipes têm ido às ruas diariamente após receberem registros de moradores que flagraram verdadeiros “ninhos de fios” pendurados nos postes. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a quantidade de irregularidades é significativa e exige uma força-tarefa constante. Empresas que utilizam a estrutura sem autorização ou fora das normas técnicas estão na mira da fiscalização e podem ter seus cabos retirados sem aviso prévio. Leia Também: Várzea Grande amplia horário de atendimento em unidades de saúde devido aumento de viroses a partir desta quarta-feira (18) O problema vai além da desorganização urbana. Muitas dessas redes pertencem a empresas clandestinas, que operam sem contrato e sem qualquer controle técnico, colocando em risco quem circula pelas vias públicas. A ausência de manutenção adequada transforma os fios em uma ameaça silenciosa no dia a dia. A legislação permite o compartilhamento dos postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, mas impõe regras claras — que, na prática, nem sempre são respeitadas. Quando isso acontece, o resultado aparece nos postes sobrecarregados e nas ruas expostas ao perigo. A ofensiva continua. No próximo domingo (19), uma nova etapa da operação será realizada na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá, reunindo diferentes órgãos em mais um mutirão para retirar cabos irregulares. A meta é clara: reduzir riscos e devolver segurança à população, enquanto o alerta segue — fios fora do padrão não são apenas feios, são perigosos.

Foto de Roseli

Roseli

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