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Sec 300 promove debate sobre projeto de comemoração do tricentenário da Capital

A reunião é aberta para pessoas físicas, jurídicas, órgãos e entidades governamentais

A Prefeitura de Cuiabá realiza no próximo dia 22 de janeiro a 1ª Reunião Cuiabá 300 Anos. O evento, que está sendo organizado pela Secretaria Extraordinária dos 300 Anos, acontecerá no auditório Maestro China, da Secretaria Municipal de Educação, situada na Rua Diogo Domingos Ferreira, 292, bairro Bandeirantes. Conforme o planejamento, o encontro tem início marcado para as 14h e segue com uma série de debates até às 17h30. 

Para participar do fórum, os interessados devem efetuar a inscrição pelo telefone (65) 99303-1984, em horário comercial. A reunião é aberta para pessoas físicas, jurídicas, órgãos e entidades governamentais, em âmbito federal, estadual e municipal. A ideia é que, todos os interessados em contribuir com as comemorações Cuiabá 300, possam discutir sobre questões relacionadas ao projeto de celebração do tricentenário, de 2019 a 2020. 

O evento faz parte do planejamento de trabalho da Secretaria Extraordinária dos 300 Anos, que tem como uma de suas atribuições a realização de articulações e atividades de fomento para a participação de diversos setores econômicos e sociais. De acordo com a titular da Pasta, Cely Almeida, um dos principais objetivos da gestão é inserir, de forma efetiva, toda a sociedade civil organizada dentro do processo de construção do importante momento para a Capital. 

“Estamos cada dia mais perto da data histórica para Cuiabá e, de maneira organizada, estamos dando andamento em cada uma das etapas que compõem o conjunto de comemoração dos 300 anos. A promoção desse encontro é mais um passo fundamental dentro daquilo que o prefeito Emanuel Pinheiro tem nos orientado, que é garantir a participação da população nesse projeto tão especial”, explica Cely.

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Um verdadeiro “emaranhado invisível” que se espalha pelos postes de Mato Grosso começou a ser desmontado — e os números impressionam. Mais de 11 toneladas de cabos irregulares e abandonados já foram retiradas desde o início do ano durante a Operação Telefone Sem Fio, que intensificou ações em diversas cidades do estado. Na prática, o que parecia apenas poluição visual escondia riscos reais. Fios soltos, baixos ou instalados de forma clandestina vinham se acumulando sobre ruas e avenidas, aumentando o perigo de acidentes, choques elétricos e até incêndios. Só na região metropolitana de Cuiabá, cerca de 8 toneladas desse material foram removidas em pouco mais de três meses. A operação, realizada em parceria entre a Energisa e prefeituras, tem avançado com fiscalizações mais rígidas e resposta direta a denúncias da população. Em Cuiabá, equipes têm ido às ruas diariamente após receberem registros de moradores que flagraram verdadeiros “ninhos de fios” pendurados nos postes. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a quantidade de irregularidades é significativa e exige uma força-tarefa constante. Empresas que utilizam a estrutura sem autorização ou fora das normas técnicas estão na mira da fiscalização e podem ter seus cabos retirados sem aviso prévio. Leia Também: Várzea Grande amplia horário de atendimento em unidades de saúde devido aumento de viroses a partir desta quarta-feira (18) O problema vai além da desorganização urbana. Muitas dessas redes pertencem a empresas clandestinas, que operam sem contrato e sem qualquer controle técnico, colocando em risco quem circula pelas vias públicas. A ausência de manutenção adequada transforma os fios em uma ameaça silenciosa no dia a dia. A legislação permite o compartilhamento dos postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, mas impõe regras claras — que, na prática, nem sempre são respeitadas. Quando isso acontece, o resultado aparece nos postes sobrecarregados e nas ruas expostas ao perigo. A ofensiva continua. No próximo domingo (19), uma nova etapa da operação será realizada na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá, reunindo diferentes órgãos em mais um mutirão para retirar cabos irregulares. A meta é clara: reduzir riscos e devolver segurança à população, enquanto o alerta segue — fios fora do padrão não são apenas feios, são perigosos.

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Suporte

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