Cuiabá (MT), 18 de novembro de 2019

Blog

03/11/2019 17:41

Deputado Emanuel Pinheiro Neto, busca soluções para estudantes brasileiros na Bolívia

Brasileiros que estudam medicina na Bolívia, entraram em contato com o parlamentar Emanuel Pinheiro Neto, para pedir que articule junto à embaixada uma solução para sua segurança no local e um possível ‘resgate’ de volta para o Brasil. Sem dinheiro para fazer estoque de comida e água, os mesmos encontram-se em uma situação de risco sem a possibilidade de sair de suas casas e com as aulas paralisadas. Jovens relataram ainda o medo de sair nas ruas e pediram socorro ao governo brasileiro.

Para buscar soluções que mantenham os brasileiros em segurança e pautando a possibilidade de articular o resgate, o deputado Emanuel Pinheiro Neto se reuniu com o embaixador boliviano José Kinn Franco, nesta manhã de quinta-feira (31) para atender aos pedidos dos estudantes. Em pauta, o embaixador explicou que já existe uma estratégia em conjunto com a embaixada do Brasil na Bolívia e acreditam que em um prazo de sete dias, já exista uma ação de posição coordenada para que possa ajudar tanto os alunos que querem voltar para o Brasil, quanto aqueles que estão preocupados em deixar o curso sem conclusão.

Educação em risco! A luta pelo FUNDEB permanente.

O deputado está buscando uma conversa com o Itamaraty e o apoio da Câmara dos Deputados, para propor ações que resolvam o problema dos estudantes brasileiros na Bolívia.

“Fui à procura de respostas concretas da embaixada boliviana que se posicionou com perspectivas positivas e, se Deus quiser, no futuro poderão acalmar e prestar socorrer aqueles que necessitam de ajuda. E que tenham a certeza estamos nos movimentando para auxiliar os brasileiros que se encontram em uma situação difícil longe de casa”. Pontuou o parlamentar.

A maioria das universidades utilizadas pelos brasileiros são de rede privada que por conta dos acontecimentos violentos, estão com aulas paralisadas. Por isso existe a preocupação e a necessidade de se debater a conclusão do curso por parte daqueles que querem voltar ao Brasil, por medo das rebeliões e da tensão política no momento. Para resolver a situação, alguns debates entre embaixada e Itamaraty, devem ocorrer para buscar ações concretas.

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